Empresas do setor energético estão entre os alvos que exigem maior atenção das equipes de segurança cibernética.
A expansão da conectividade e da automação aumentou a superfície de ataque dessas organizações.
Criminosos podem utilizar engenharia social, exploração de vulnerabilidades e técnicas automatizadas para tentar alcançar ambientes corporativos.
Para reduzir os riscos, empresas precisam combinar proteção de endpoints, segmentação de redes, monitoramento contínuo e planos de resposta a incidentes.