Governo libera R$ 6,6 bilhões para conter alta dos combustíveis

Maior parte dos recursos será destinada ao diesel diante da pressão provocada pela alta do petróleo

O governo federal abriu crédito extraordinário de R$ 6,6 bilhões para subsidiar combustíveis, incluindo R$ 5,6 bilhões destinados ao diesel.

Governo libera R$ 6,6 bilhões para combustíveis

O governo federal abriu um crédito extraordinário de R$ 6,6 bilhões para ajudar a conter os impactos da alta dos combustíveis no Brasil.

A medida foi formalizada por meio de medida provisória publicada no Diário Oficial da União.

Diesel recebe a maior parte dos recursos

Do total liberado, aproximadamente R$ 5,6 bilhões serão destinados à subvenção econômica do óleo diesel rodoviário.

O objetivo é reduzir parte do impacto dos preços sobre setores dependentes do combustível.

Outros derivados também serão contemplados

Outros aproximadamente R$ 998 milhões serão utilizados para apoiar a produção e importação de derivados de petróleo.

A lista inclui gasolina, querosene de aviação e gás liquefeito de petróleo.

Por que o governo tomou a medida?

A decisão ocorre em meio à forte pressão internacional sobre o mercado de petróleo.

A alta dos preços pode aumentar os custos de transporte, produção e logística, criando pressão adicional sobre a inflação.

Impacto sobre consumidores

O diesel possui papel importante na economia brasileira porque grande parte do transporte de cargas depende do combustível.

Uma alta significativa do diesel pode aumentar custos de frete e, consequentemente, pressionar os preços de diversos produtos.

Medida também afeta as contas públicas

Ao mesmo tempo em que o subsídio busca reduzir o impacto imediato dos preços, a medida representa uma despesa adicional para o governo.

O equilíbrio entre controle da inflação e responsabilidade fiscal deve continuar sendo discutido nos próximos meses.

Mercado internacional continua determinante

O preço dos combustíveis no Brasil também é influenciado pelas condições do mercado internacional de petróleo.

Conflitos no Oriente Médio, riscos de interrupção de oferta e decisões dos grandes produtores podem continuar pressionando os preços.

FortiAxis — Informação que importa.

Fonte: UOL / Agência Brasil
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