A competição global pela liderança em inteligência artificial está entrando em uma nova etapa. A disputa já não envolve apenas quais empresas possuem os melhores modelos, mas também quem controla chips, infraestrutura computacional e aplicações empresariais.
A OpenAI é um dos exemplos dessa mudança. A empresa vem ampliando sua atuação para áreas especializadas e utilizando seus próprios sistemas de inteligência artificial no desenvolvimento de hardware.
Ao mesmo tempo, parcerias com fabricantes de semicondutores tornam-se cada vez mais importantes para garantir capacidade de processamento.
Samsung e outras empresas asiáticas estão no centro da cadeia de fornecimento de componentes necessários para data centers e sistemas de IA.
Para o mercado corporativo, a principal tendência é a busca por soluções capazes de produzir resultados mensuráveis. Empresas querem utilizar IA para reduzir custos, aumentar produtividade e acelerar processos.
Esse movimento deve aumentar a demanda por profissionais especializados, infraestrutura de dados e sistemas de segurança capazes de proteger informações utilizadas pelos modelos.
A próxima fase da inteligência artificial, portanto, deverá ser marcada por uma integração cada vez maior entre software, hardware e negócios.